Alex Telles comenta crise da SAF do Botafogo, trabalho de Franclim e sonho com a Seleção Brasileira
- 25/04/2026
Em meio aos dias turbulentos nos bastidores da SAF do Botafogo, Alex Telles tratou de reforçar o discurso de blindagem no elenco e garantiu que o grupo segue focado apenas dentro de campo em entrevista ao Globo Esporte.
Nas últimas semanas, o clube viveu novos desdobramentos envolvendo o afastamento de John Textor do comando da SAF e disputas societárias que aumentaram a pressão fora das quatro linhas. Mesmo assim, segundo o camisa 13, o ambiente interno permanece forte e protegido pelos jogadores mais experientes.
“Eu não acredito que interfira. Se formos ver os últimos jogos, a gente está dando conta do recado, independentemente das notícias que saem. A gente se fecha da melhor maneira, blinda o nosso vestiário. O mais importante é a gente focar no nosso trabalho, porque não temos que nos preocupar dessa maneira com o que não podemos controlar“, disse Telles exclusivamente ao ge.
Franclim recebe respaldo e ganha força no elenco
Além de comentar o cenário fora de campo, Alex Telles também destacou a importância do trabalho de Franclim no comando técnico. Para o lateral, o treinador já chega fortalecido por conhecer o ambiente do clube e por saber administrar um elenco numeroso e competitivo.
O defensor ressaltou que o comandante tem conseguido proteger o grupo da pressão externa e ainda criar uma relação de confiança com os atletas mais experientes, algo visto como fundamental em uma temporada com calendário apertado e disputa em várias frentes.

“Ele está conseguindo conversar, está conseguindo ser um cara que protege o clube perante o externo. E sabe comandar, como eu falei, sabe extrair o máximo dos jogadores e do grupo. E dá muita confiança a nós, aos capitães, aos mais velhos, a poder ajudar ele com os mais novos”, firmou.
Seleção Brasileira segue como objetivo pessoal
Mesmo vivendo um momento importante no Botafogo, Alex Telles não esconde que ainda mantém viva a esperança de voltar à Seleção Brasileira. Aos 33 anos, o lateral revelou que a Copa do Mundo segue como sonho e acredita que o desempenho no clube pode recolocá-lo no radar de Carlo Ancelotti.
“Com certeza, eu sempre sonhei, nunca deixei isso de lado. Meu trabalho no Botafogo está sendo muito bem feito. Espero cada vez mais poder contribuir com o Botafogo para, quem sabe, poder ser lembrado“, completou o jogador.








