Atlético-MG tem joias na base, mas dá pouco espaço para jovens no profissional
- 08/08/2026
O Atlético-MG conta atualmente com diversos jogadores da base cercados de expectativa. Mesmo com esse cenário, a passagem das categorias inferiores para o elenco profissional ainda acontece de maneira bastante restrita.
O problema aparece justamente na falta de oportunidades para alguns desses atletas. Existem jovens avaliados positivamente e até acompanhados por clubes do exterior, mas que seguem esperando uma sequência para mostrar seu potencial no time principal.
Cissé é um exemplo de como esse processo pode funcionar. O atacante chegou ao Atlético em 2025, passou inicialmente pela base e, já em 2026, ganhou espaço entre os titulares, tornando-se um dos nomes jovens que conseguiram dar esse salto.
Gabriel Veneno vive cenário diferente
Gabriel Veneno está entre os casos que mais chamam atenção. O atacante de 17 anos é considerado uma das promessas do clube e já despertou sondagens europeias, mas ainda não recebeu uma sequência semelhante no elenco profissional.
Em 2025, o jovem chegou a circular por diferentes categorias e também apareceu entre os relacionados do time de cima. Neste ano, foi titular na Copa São Paulo, mas posteriormente retornou às competições das categorias inferiores.
Falta de minutos preocupa outros jovens
A situação também aparece com Mosquito e Vitão. O primeiro segue em processo de desenvolvimento no sub-20, enquanto o segundo chegou a ser relacionado diversas vezes pelo profissional, mas acabou retornando à base diante da pouca minutagem.
Rômulo também teve passagem pelo elenco principal, foi emprestado e, depois do retorno, passou a treinar separadamente. Com tantos jovens esperando oportunidades, o Atlético precisa transformar a avaliação positiva sobre esses atletas em espaço real dentro do elenco.







