Jorge Jesus se declara ao Flamengo e revela que pensou em voltar: “Me abraçaram”
- 28/09/2026
Portugal venceu a Noruega por 2 a 1 e, após a partida, o treinador Jorge Jesus se posicionou sobre a sua relação com o Flamengo, apontando o carinho que tem pelo clube e as expectativas que foram criadas sobre um retorno.
O técnico ficou marcado pelo ano de 2019 de recordes quebrados e por ter mais títulos do que derrotas no comando do Rubro-Negro. Durante entrevista à ESPN, o português falou sobre o retorno.
“A forma como os adeptos do Flamengo me abraçaram, me acarinharam, nunca vou esquecer. Pensei sempre que um dia ia voltar ao Flamengo, mas agora, com certeza, essas coisas se tornaram difíceis”.
Bateu saudade?
Após conquistar a sua segunda vitória sob o comando de Portugal, o Mister mencionou o carinho pelo Mais Querido. Na equipe carioca, o comandante conquistou uma Libertadores, um Campeonato Brasileiro, a Supercopa do Brasil, a Recopa Sul-Americana e o Campeonato Carioca.
“Significa muito. Talvez o melhor período da minha carreira como treinador de equipe, de clubes. Foi um marco histórico, não só esportivamente, mas também sentimentalmente”, destacou o treinador.
Ficou marcado na história
Vale destacar que essa não foi a primeira vez que Jorge Jesus se declarou publicamente à equipe carioca. “O maior clube que treinei foi o Flamengo”, destacou no jornal da Record, de Portugal, em março deste ano.
Em 2025, o técnico elegeu a Libertadores de 2019 como seu título mais emocionante na carreira. “Foi o título que mais felicidade me deu e mais me marcou na carreira. Teve a ver com o jogo. Aos 89 (minutos), perdíamos por 1 a 0 e, em dois minutos, viramos”, afirmou, no Portugal Football Summit, em outubro.

Diante do que vem falando atualmente, em 2022 o português apontou que não tinha como objetivo retornar ao Brasil. Quando questionado por um repórter da SIC Notícias, canal lusitano, sobre a possibilidade de ele voltar ao Flamengo, ele respondeu: “Não, não volto ao Brasil”.
Em maio de 2022, o Mister teria dito que queria retornar, mas na ocasião o Rubro-Negro era comandado por seu conterrâneo Paulo Sousa. Na época, o UOL Esporte revelou que a situação não foi recebida positivamente por Marcos Braz, diretor de futebol daquele período.







