Jorge Jesus será o novo técnico de Portugal após queda na Copa do Mundo, diz jornal
- 07/07/2026
A seleção de Portugal já tem um favorito para assumir o comando técnico após a eliminação na Copa do Mundo. De acordo com o jornal português A Bola, Jorge Jesus será o substituto de Roberto Martínez e deve oficializar o acordo com a Federação Portuguesa de Futebol nos próximos dias.
Segundo a publicação, o treinador de 71 anos se reunirá com o presidente da entidade assim que a delegação retornar a Portugal para acertar os últimos detalhes do contrato. A expectativa é que ele lidere a equipe no ciclo que culminará na Copa do Mundo de 2030, torneio que terá Portugal como uma das sedes.
A mudança acontece logo após Roberto Martínez confirmar o fim de sua passagem pela seleção. O espanhol anunciou a saída em entrevista coletiva nesta segunda-feira (6), depois da derrota por 1 a 0 para a Espanha, nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Jorge Jesus aguardava oportunidade
Martínez assumiu Portugal no início de 2023, substituindo Fernando Santos, e tinha contrato válido justamente até o Mundial de 2026. Durante sua passagem, comandou a renovação da equipe, mas não conseguiu levar a seleção além das oitavas de final.
Livre no mercado desde maio, quando deixou o Al Nassr após conquistar o Campeonato Saudita, Jorge Jesus recusou propostas para voltar ao Fenerbahçe e também do Al Ahly, do Egito. Segundo a imprensa portuguesa, o treinador optou por permanecer sem clube porque tinha como prioridade assumir a seleção portuguesa após a Copa do Mundo.
JJ fez história no futebol brasileiro à frente do Flamengo
O técnico chega com amplo respaldo pelo histórico vencedor no futebol europeu e sul-americano. Em Portugal, fez história no Benfica, onde conquistou dez títulos em seis temporadas. Já no Brasil, viveu uma passagem marcante pelo Flamengo entre 2019 e 2020.
No clube carioca, Jesus comandou o time que conquistou Campeonato Brasileiro, Libertadores, Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil e Recopa Sul-Americana. O desempenho impressionou também pelos números: foram mais títulos (cinco) do que derrotas (quatro) durante sua passagem.







