Opinião: Fluminense precisa destruir para renascer após herança de algo que não parecia futebol
- 15/08/2026
O inevitável aconteceu. Com um time que a cada dia parecia piorar em campo, Zubeldía não aguentou a pressão e acabou sendo mais um treinador a ir para a fila do desemprego. Mas o argentino já está no passado e agora o Fluminense precisa recolher os cacos e tentar salvar algo neste incêndio.
E o “bombeiro tricolor” Marcão não terá uma tarefa muito fácil. Além de lidar com o fato de ter jogadores importantes lesionados, incluindo no setor defensivo, há também uma preocupação pelo “vício de jogo” que o time ficou preso até este momento da temporada.
Com mudanças e formações questionáveis, o argentino só deixou problemas e um sentimento ao torcedor de jogos terríveis. De uma base esquecida até peças importantes sucateadas, Marcão precisa recuperar a confiança do grupo e achar soluções simples antes de jogo contra o Rivadavia.
Cobrança aumenta e missão no Fluminense agora é outra
Apesar de ter destacado acima que o Fluminense tem ótimas peças e que não estão com confiança, como Savarino, Lucho Acosta e etc, há também de se considerar que há situações e problemas que vão bem além de Zubeldía.
Na próxima terça, por exemplo, o Tricolor vai precisar de gols. Algo que virou sinônimo de “impossível” nos últimos jogos. Em meio a isso, você enxerga no elenco o atacante Castillo, que custou mais de 13 milhões de dólares aos cofres do clube e até agora não mostrou nada diferente de um atacante do Olaria.
Com a saída do argentino, também há uma percepção de que a cobrança deve aumentar em figuras experientes, como Hulk, Ganso, Thiago Silva, etc. Além da própria diretoria, que ainda está indecisa sobre o comando, ficando entre a “cruz e a espada” de contratar um técnico ou deixar Marcão até o fim do ano.
Resposta precisa ser rápida e assertiva
A verdade é que não há nenhuma certeza sobre o Fluminense neste momento. Se o maior problema era Zubeldía, os resultados dos próximos jogos (complicados) contra Palmeiras e Independiente Rivadavia devem mostrar e, talvez, o “remédio caseiro” pode resolver.
O único ponto positivo, se é que dá para falar assim, é que existe o sentimento de “qualquer coisa é lucro”. Algo que beira inacreditável, principalmente pelo fato do time ser colocado como “Patinho Feio” para o jogo de volta da Libertadores, onde o adversário não é um bicho de sete cabeças.
Este é o momento em que os jogadores é que precisam reagir, com o grupo dos mais experientes sendo essencial para o Fluminense tentar uma classificação na Argentina e seguir sonhando pelo Bi da América.







